sábado, 30 de abril de 2011

Paixões Diagonais

Do que fala a madrugada / O murmúrio na calçada / Os silêncios de licor / Do que fala a nostalgia / De uma estrela fugidia / Falam de nós, meu amor / Do que sabem as vielas / E a memória das janelas / Ancoradas no sol-pôr / Do que sabem os cristais / Das paixões diagonais / Sabem de nós, meu amor / Porque volta esta tristeza / O destino à nossa mesa / O silêncio de um andor / Porque volta tudo ao mar / Mesmo sem ter de voltar / Voltam por nós, meu amor / Porque parte tudo um dia / O que nos lábios ardia / Até não sermos ninguém / Tudo é água que corre / De cada vez que nos morre / Nasce um pouco mais além

miércoles, 6 de abril de 2011

porque resultaría como/
consecuencia de ríos/
de gente que pasa, pero/
también queda/el
movimiento congelado